terça-feira, 21 de abril de 2009

A essência da vida.

Eu queria poder juntar todas as coisas pequenas.
Todos os pequenos momentos que me fizeram voar.
Todos os pequenos gestos com enormes significados.
Todas as simples palavras que explicaram o inexplicável.
Todas as pequenas ações que me fizeram sentir forte
tão forte que nada pode me atingir.

Eu queria poder juntar tudo isso
e guardar
pra nocautear a morte
com minha essência de vida,
quando a hora chegar.

11 comentários:

bloguei disse...

Otimo blog.
Passa lá no bloguei
www.bloguei.com.br

Erica Ferro disse...

Que lindo! *____*

Arthur Lisboa disse...

sentimento nobre o seu. gostei do estilo do blog, realmente é dizendo pouco mas com mto conteúdo. parabéns

PS- ganhou um seguidor ;)

Bianca Peruchin disse...

beeelo! realmente, bem tocante, adorei.

Aura Sacra Fames disse...

Como seria bom se juntássemos apenas aquilo que é bom, o mundo com certeza seria melhor.



Abraços
aurasacrafames.blogspot.com
Por uma sociedade diferente!

Otávio Machado disse...

Essa foi a primeira obra em forma de poesia que fez meus olhos brilharem ao terminar de ler.

Concordo que é aí que está a essência de toda a vida: tanto os pequenos quanto os grandes momentos em que somos felizes; que momentos antes de morrer, não importa se sabemos escrever, calcular ou jogar botões muito bem, mas sim os momentos em que sorrimos pela mais simples das coisas, por tudo que aqueceu nosso coração.

Sábias - poucas - palavras, Felipe. :)

nando89 disse...

seu blog é sensacional.
essa ideia de nocautear a morte...sera mesmo que vale a pena?

Vitor Leme disse...

Grande Telles!!!

Arthur Lisboa disse...

Fale caro amigo. to aqui fazendo meu papel de seguido rs... lindo seu poema. só n use desses dons maravilhosos que vc citou pra nocautear a morte. ela é uma dádiva. não é pra acabar com vc, é só um ticket pra um estágio avançado e evoluído... obrigado. passe no meu blog tbm qndo der cuide-se

http://riverofreflection.blogspot.com/

Kapilo! disse...

Mandeu bem Telles!

Bom poema!
Parabéns!


Abração!

Natália Corrêa disse...

De que adianta guardar a vida pra hora da morte?